Thalia recebe presidente da Confederação Brasileira de Esgrima

O presidente e o primeiro vice-presidente do Conselho Diretor, respectivamente, Vilmar Anildo Schultz e Paulo Gradella Filho, receberam nesta sexta-feira, 5 de junho, visita do presidente da Confederação Brasileira de Esgrima, Arno Périllier Schneider. O encontro, de cortesia, teve como objetivo aproximar as instituições para a maior promoção da modalidade. A Thalia mantém, com o apoio do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), projetos de formação e desenvolvimento de atletas olímpicos, sendo um deles voltado à Esgrima.

Participaram da reunião, o coordenador da Esgrima na Thalia e mestre d’armas Giocondo Cabral e os professores e técnicos Marcus Abreu e Ronald Melani.

O encontro se deu no período da realização, em Curitiba, de três importantes campeonatos de âmbito nacional (o Campeonato Brasileiro Adulto Individual, o Campeonato Brasileiro Interclubes por Equipes e o Campeonato Brasileiro de Paraesgrima, em disputas de quatro a sete de junho) e no dia em que a Confederação completou 99 anos de atividades. “O objetivo é estreitar o relacionamento com os clubes. Sempre que possível, fazemos visitas em apoio aos mestres e para ouvir sobre como podemos ajudar no crescimento do esporte”, disse.

O presidente Vilmar Schultz contou que a Thalia foi uma das primeiras instituições a ter projeto para a Esgrima junto ao CBC. “Acompanhamos o processo em cada detalhe. Apresentamos o Projeto, fomos à Sede do CBC para defender nossa proposta. Aprovado no ano de 2012, passamos a implementar a partir de 2013”, salientou.

POPULARIZAR – De acordo com Schneider, a Esgrima passa por um processo em direção à popularização. “Durante muito tempo, a modalidade foi predominantemente competitiva. Estamos trabalhando para que ela seja também social, que as pessoas a tenham como uma atividade recreativa. Quanto mais praticantes, mais atletas surgirão e, dentre eles, novos campeões”, acrescentou.

CONTRIBUIÇÃO DA THALIA – Schneider destacou a tradição thaliana com a modalidade e lembrou de Amanda Simeão que foi medalhista no pan-americano do Canadá no período em que defendia as cores da Thalia, além de ter representado o Brasil na Olimpíada do Rio de Janeiro.

Em relação à estrutura oferecida pela Sociedade, Schneider avaliou que há um potencial de crescimento, com três técnicos em atividade, para atender mais praticantes.

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